| Conheça um pouco sobre o iPad da Apple |
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Segundo Steve Jobs, o iPad é um intermediário entre smartphones e notebooks, um “iPhone expandido”.
Com uma tela de 9.4 polegadas e multi-touch, ele é fino e leve, tendo apenas 1,5 cm de espessura e pesando 680g incluindo a bateria. Possui Bluetooth, WiFi no padrão 802.11n, alto-falantes, acelerômetro, bússola, GPS e teclado-virtual como o do iPhone, porém bem maior devido ao tamanho da tela. Sua bateria dura 10 horas quando se está assistindo vídeos e até 1 mês quando em stand-by, o que é excelente para grandes viagens. Usa o processador Apple A4 de 1Ghz, sendo este um dos frutos da compra da P.A. Semi pela Apple. Ele pode rodar aplicativos do iPhone em tela cheia sem os pixelizar, excelente para quem já tem um iPhone, é só transferí-los para o iPad. Para desenvolvedores, já foi liberado um novo SDK (iPhone SDK 3.2) e pelo SDK você já poderá adaptar aplicativos de iPhone para iPad sem muito problema. Alguns aplicativos desenvolvidos já para aproveitar o potencial do iPad foram apresentados. Temos o do New York Times, que já existia no iPhone, mas agora foi melhorado para o iPad, o iBooks, que provavelmente é a aposta da Apple no mercado de e-Readers, afinal a Apple irá vender livros pelo iBooks. Será talvez esse o Kindle killer? Por fim temos o iWorks para o iPad, que faz com que o tablet sirva para editar suas planilhas, apresentações e documentos. O preço do iPad somente com WiFi varia de US$499 à US$699 nas versões de 16Gb à 64Gb. Existem também as versões com 3G+Wifi, que serão vendidas desbloqueadas, que variam de US$629 à US$829, com a mesma faixa de capacidade. A versão sem 3G e a versão com 3G prestes a serem lançadas. Muita gente amou esse dispositivo, mas tablets já existem a tempo, o que não faz dele uma grande inovação. Ele não possui reconhecimento de escrita ou multi-tasking, não possui câmera, não tem suporte a Flash e outras coisas que são muito importantes para um tablet. Se formos analisar, o iPad nada mais é que um iPod Touch com uma tela maior e com alguns aplicativos a mais, ou como o pessoal no Twitter comentou, um “iPhonezão”. Mesmo assim, quem irá decidir se o iPad será um sucesso ou se ele se tornará um “failPad” é o consumidor. A Apple está tentando recriar algo e fazer com que o pessoal sinta a necessidade de comprá-lo, algo que talvez não cole dessa vez. Enfim, o resultado dele só irá aparecer quando iniciarem as vendas.
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